Durante quase 30 anos adoras café! O sabor, o cheirinho a café acabado de fazer, doces que tenham café, tudo!

Certo dia, depois do teu namorado ter tomado o seu café habitual e te perguntar qualquer coisa, a primeira coisa que fazes é: enrugar a testa, piscar os olhos com repúdio, afastar-te e dizer: 
"Que cheiro a café Luis...que nojo!" e corres para a casa de banho para ires vomitar.

E assim começaram as suspeitas de que talvez se estivesse a passar algo contigo: uma possível gravidez!

Se acham que houve pulos de alegria, sorrisos de orelha a orelha e foguetes imaginários, desculpem lá desiludir-vos, mas NÃO!
Confesso que nesse dia nem fiquei muito alerta, confesso que as suspeitas só se fizeram sentir uns dias depois, quase como se se tratasse de uma soma de vários acontecimentos que até então não eram "normais". E depois das contas feitas, faz-se o teste para se ter a certeza.

Nem deu positivo, nem deu negativo. Claro que estas coisas tinham de ter emoção. Por isso, quanto mais incertezas e dúvidas provocar, mais emocionante fica a história, não é verdade? (Tinha de haver suspense.)

Não descartamos a possibilidade de estar grávida, mas também não festejamos que nem loucos. Há que conter os ânimos...afinal, não havia certezas de nada!

Próximo passo: ir ao médico!
Entrei no consultório, o médico de serviço não tira os olhos do computador enquanto me pergunta o que me dói e do que me queixo. Só consegui chamar a atenção dele quando lhe disse que não me doía nada, nem tinha intenções de me queixar de nada. O mundo dele parou por breves instantes. Percebeu que se calhar era melhor tirar os olhos do computador e  olhar para mim. Antes de pegar em qualquer coisa, "mediu-me" de alto a baixo com o olhar com uma das sobrancelhas levantadas e  perguntou "Então, porque veio à consulta?" ao que eu respondi: "Eu acho que estou grávida. Mas o resultado do teste não foi concreto!" Ele lá tomou as providências necessárias para que, praticamente naquele momento ficássemos com as certezas dum Sim ou dum Não. 

"É! CONFIRMA-SE! ESTÁ GRÁVIDA CARLA! ESTÁ MEEESMOO GRÁVIDA! 
ESTÁ SIM CARLA!"

Tenho estas frases como um eco na minha cabeça até hoje. O médico estava como que a festejar, a celebrar e a dar pulos de alegria só com a voz! Eu mantive-me como tinha entrado. Serena...ou...aparentemente serena e calma. Por dentro sentia-me a tremer. Não percebia o que estava a sentir. Não conseguia distinguir se aquilo era felicidade, se era medo, gritos de alegria em mute ou pânico. Provavelmente era isto tudo e por serem muitas coisas diferentes resultaram naquele aspeto de miúda serena e calma.

Mandei mensagem ao Luis a confirmar as suspeitas e deixamo-nos estar sem manifestar mais nada até estarmos juntos novamente passadas algumas horas. Nas nossas mensagens só havia texto, não havia smiles, emojis, nada que pudesse manisfestar algo mais para além do texto. Acho que esperamos para perceber a reação um do outro pessoalmente. 

Hoje, passado este tempo todo, acho que aquelas sensações todas juntas me fizeram sentir tão pequenina, tão frágil, tão medrosa. Claro que havia um sentimento de felicidade, mas para quem nunca teve muito jeito/paciência para lidar com crianças, a partir dali era (quase) obrigatório passar a ter! A partir dali era da minha criança que se falava. Acima de tudo havia a preocupação para superar esse medo, a todas as jovens mães com que me ia cruzando ia perguntando se não tinham sentido medo... claro que sim! Responderam todas elas! Mas houve quem completasse com uma das frases que mais me marcou até hoje: 

"Não te preocupes! Quando nasce um bebé...nasce uma mãe!"


Hoje nasceu a Matilde e a mãe da Matilde!
#acarlinhajáémãe

"Calças brancas em Janeiro ou é tolo ou não tem dinheiro!"
Ouço isto desde miúda, mas acabo por não ligar. Uso aquilo que me apetece, em que altura do ano for, desde que me sinta confortável. Eu gosto mais de pensar que aquilo que estamos a usar diz mais sobre como nos estamos a sentir do que propriamente sobre as nossas poupanças!

Agora olho para trás e vejo o quanto mudei desde que engravidei: tornei-me mais exigente e ao mesmo tempo mais relaxada. Pode parecer contraditório, mas o que eu quero dizer com isto é que me tornei mais exigente com o meu bem estar e que a minha maior preocupação era não ter muitas preocupações. Então tive de tomar algumas atitudes para que conseguisse estar nesse ponto neste momento.
Com o evoluir da gravidez fui muito mais exigente com a forma com que "gasto" o meu tempo e com quem está presente na minha vida. Evitei e afastei-me de pessoas que não me transmitiam boas energias e que faziam com que me sentisse "cansada". Preferia estar um dia inteiro sozinha e em paz, do que 20minutos com pessoas tóxicas e negativas. Só assim cheguei ao meu ponto de equilíbrio e só assim cheguei ao ponto de estar tão tranquila e de usar branco e bege durante quase todo o mês de Janeiro e últimas semanas da gravidez. Apesar da barriga estar cada vez maior e do aumento de peso característico desta fase final da gravidez, tenho-me sentido "mais leve". Tenho-me sentido super tranquila, relaxada e nada ansiosa (para contrariar o que toda a gente diz).

Sem sequer programar nada, vesti-me assim para ir ter com as "titis mai lindas" para o último brunch enquanto a Matilde ainda está na barriga. (Provavelmente o próximo look que partilhar por aqui já vai ser a empurrar o carrinho, um pijama ou um look baby!)
A vantagem é que este look todo não chegou a 50€ pois foi tudo comprado em saldos! #adorosaldos












Túnica: H&M
Calças: Sfera
Mala: Vila Nova
Sapatos: Zara

Fotografias: Joana Cardoso

Lembram-se deste post que escrevi sobre as coisas boas da gravidez?

Um dos pontos era: "Aprendi a gostar de mim" e disse-vos que falaria disso noutro post. Pois bem, é hoje! Hoje vão ficar a saber como é que isso passou a acontecer.

Por muito que nos digam "És linda!" ou "Estás tão gira!" nem sempre é fácil acreditar no que ouvimos. Por mil e um motivos, vamos simplesmente ignorar o que acabamos de ouvir, vamos desacreditar e fazer de conta que os elogios não aconteceram. Agora chega de falar no plural e de incluir toda a gente aqui. Vou falar na 1ª pessoa do singular, EU, vou falar por mim!

Passar a gostar de mim levou tempo! Não foi de um dia para o outro. Também não quer dizer que me tenha odiado, ou que precisasse de mudar o meu corpo ou, em último caso, que isso só fosse possível com a gravidez. Quando falo em gostar de mim, falo em gostar não só do que vejo ao espelho mas também daquilo que não vejo e que muitos de vocês não conseguirão nunca ver. Falo em gostar de quem eu sou com todas as minhas qualidades e também com os meus defeitos ou características que fazem parte de mim mas que não agradam toda a gente. Não falo em perfeição. Isso não existe!

Para gostar de mim foi preciso afastar-me de mim e dos meus pensamentos cada vez que ouvia um elogio e não concordava com ele. Não sei onde fui buscar esta ideia, mas um dia lembrei-me que depois de ouvir um elogio com o qual não concordava, tinha de me pôr na pele da outra pessoa e tentar perceber o que é que a levou a dizer aquilo. Seja um "foi muito amável" ou um "obrigada pela simpatia".
Dei conta que na maioria das vezes subvalorizava isso porque achava que esse era o meu dever, a minha obrigação. Não é! Efetivamente eu não tenho de ser simpática, nem amável, nem disponível, nem prestável com ninguém. Às vezes eu não fazia nada de especial e estava a cumprir com o meu papel/com o meu dever, mas o que é certo, é que o fazia com prazer e com um sorriso nos lábios e era aí que recebia esses elogios e sorrisos.
Dei conta que quando estava de cara fechada mesmo que não estivesse chateada, também não recebia sorrisos de volta.
Dei conta que com o sorriso em modo off, não atraía pessoas positivas e sorridentes.
Por isso decidi ser uma pessoa mais positiva e dar-me ao luxo de permitir apenas pessoas igualmente positivas ao meu redor. Acreditem que luxo está a negrito porque é isso mesmo: Um luxo! E nem sempre isso é possível. Contudo, temos de fazer um esforço para que isso passe a ser mais frequente na nossa vida.

Às vezes os elogios não são tão "vagos" e remetem-se a características fisicas e bem concretas do tipo "Gosto de te ver com essa roupa!" e quando olho ao espelho o que é penso? "Sério? Nota-se bué as minhas regueifas com estas calças de cinta descida, estou com o rabo enorme e com as mamas inchadas. Para não falar que vesti a primeira coisa que apareceu à frente e nem para ir buscar pão isto serve." Pior: pensava sempre que só tinham dito aquilo para me animarem um pouquinho pois sabiam que estava em baixo e então podia ser que resultasse...Mais uma vez passei tentar perceber o porquê desse elogio. Seria a conjugação das peças? das cores? Se calhar o rabo não está assim tão grande e as mamas inchadas até ficam melhor com esta roupita porque no fundo até davam mais forma. Em vez de duvidar a veracidade dos elogios, passei a aceitá-los. 

Às vezes questionava: "Porque é que dizes isso?" - Foi importante no início para me conseguir focar naquilo que as outras pessoas viam e eu não!

Tive de trabalhar alguns aspectos menos bons, mas há coisas que efetivamente não se conseguem apagar e que fazem meeeeesmo parte de nós. Tentando minimizar estragos e aceitando! #AceitaQueDóiMenos
Por exemplo: Eu sei que sou muito resmungona e que tenho sempre resposta pronta e que 90% das vezes respondo sem pensar naquilo que vou dizer e na forma como o vou dizer. A esta característica (resmungona) está diretamente ligada uma série de outras: espontânea, sincera, natural... É aqui que se torna difícil balançar todas elas e fazer com que a resmungona não se sobreponha de forma negativa às outras todas. Não vou deixar de o ser. Mas tentei minimizar isso: não em quantidade de vezes que acontece, mas na forma como falo cada vez que resmungo.

É difícil?
É! Muito difícil! Mais difícil ainda porque "resmungona" não é o meu único aspecto a melhorar. Mas também não é um trabalho para ficar feito do dia para a noite, nem numa semana... É para ir fazendo durante a vida.

No meio do caminho "obriguei-me" a tomar algumas atitudes que podem parecer estúpidas como: sorrir para o espelho, dizer a mim própria "és mesmo gata", ter conversas de desabafos comigo mesma como se o "eu mesma" fosse outra pessoa e em que essa "eu mesma = outra pessoa" contrariava aquilo que eu dizia e me mostrava que estava errada. Dei conta que eu posso ser a minha melhor amiga em vez de estar constantemente a pôr obstáculos à minha frente. (E acreditem que nós conseguimos ser mesmo muito crueis conosco!)
Basicamente foi isto. Provavelmente não há ciência comprovada nos métodos por mim utilizados, mas enquanto a Matilde esteve/estava (e ainda está) no forno, não podia ser só a barriga a crescer, não é verdade? Há que crescer por dentro também!
 Quem disse, berenice? volta a surpreender-me!

Eu sei que quando as marcas são de um segmento mais económico as minhas expectativas baixam naturalmente por isso, a probabilidade de serem ultrapassadas pela positiva é maior! Ok, eu assumo: culpa minha!

Mas a verdade é que quando essas marcas nos fazem comparar os seus produtos aos produtos de marcas de alta cosmética, aí eu já não tenho culpa e o mérito é todo deles!

Hoje venho falar-vos do primer Instamatte com efeito blur da Quem disse, berenice? O nome do produto por si só já é bastante sugestivo pois fez-me logo lembrar instagram, instantâneo, pele mate e zero poros.

Como tenho a pele oleosa e os poros um pouco dilatados sobretudo na zona T, o efeito blur que este primer promete tinha obrigatoriamente de ser visível! E é! Ele preenche bem os poros, deixa a pele bem suave, macia, fofa e sem brilhos por causa da sua textura que eu considero ser uma espécie de gel transparente. Contudo, notei que a forma como o aplico pode condicionar o resultado final:
Se aplicarmos espalhando, como se fosse um creme, os poros não vão ficar tão disfarçados como se o aplicarmos com batidinhas, empurrando/pressionando o produto contra a pele.

A embalagem também vem facilitar o uso do produto até ao fim, pois aqueles primers com doseadores, muitas das vezes entopem e não dão para aproveitar tudo. Com este é só apertar e mesmo quando estiver no fim dá sempre para cortar a ponta e aproveitar tudo até à última gota.

Acho-o um primer muito bom para ser usado diariamente, não só pelo resultado como pelo preço também.
Não sei se o usaria num dia de um evento muito importante, mas isso é porque eu sou medricas e nesses dias uso sempre os produtos mais caros e que se destacam sobre qualquer outro.

Só não anda informado quem não quer! Hoje em dia está tudo à distância de meia duzia de clicks, certo? CERTO!
Tal como vocês viram neste vídeo, também eu recorri às mais variadas aplicações para smartphones sobre gravidez. Principalmente no início, depois acabei por desistir da ideia. No entanto, sempre que eu falar em aplicações pensem que também podemos assumir o termo sites de gravidez/maternidade. É incrível a quantidade de informação que se encontra nestas fontes. Basicamente podemos saber de dia para dia como está a evoluir o crescimento da nossa criança, as alterações no nosso corpo, e até na nossa vida.
Uma vez ouvi: "O normal é correr bem!" por isso, nessas aplicações, além de nos informarem sobre as situações normais, também nos informam de coisas que poderão acontecer que fogem à normalidade.

Qual é o problema? É que a dada altura, as coisas passam a acontecer naturalmente porque assumem que a culpa é das hormonas! O problema é que estas aplicações/sites são usados e consultados a maioria das vezes apenas pelas grávidas e quando muito pelos pais do bebé... Raramente são usados por quem não está a atravessar uma gravidez.
Li que " Os altos e baixos no humor costumam ser mais pronunciados nas 12 primeiras semanas da gravidez. Eles tendem a diminuir à medida que seu corpo se adapta ao bombardeio hormonal a que é submetido. 
Mas no finalzinho da gravidez, com a ansiedade da aproximação da "hora H" do parto, as lágrimas podem voltar a ser suas companheiras fiéis."
Reparem bem que a culpa ou é das hormonas ou nossa que já não sabemos lidar com a ansiedade! 
No meu caso, eu não me senti chorona, nem impaciente nessas tais primeiras semanas, da mesma forma que não me sinto ansiosa por estar cada dia mais próximo de conhecer a minha Matilde! (Enquanto eu estiver relativamente confortável com ela dentro da barriga, sei que lá é o melhor sítio para ela estar.) Lembro-me que estive mais de 15 dias sem conseguir dormir mais do que 1hora por noite e isso se refletiu em cansaço extremo pois nunca deixei de trabalhar. Sei que essa foi a única fase em que queria paz e sossego, queria tirar sestas durante a tarde e toda a gente se lembrava de ligar, de tocar à campainha, de tentar marcar cenas para fazer, que essas cenas eram depois desmarcadas à última da hora e que o telefone tocava por tudo e por nada inclusive para me dizerem "ah não era pra ti que queria ligar!" Conseguem imaginar o meu pânico? Não, não conseguem! Vi-me obrigada a desligar o telemóvel, a pôr contactos na lista de rejeições, a responder a mensagens quando passassem mais de 48horas depois de recebidas. Vi-me obrigada a pôr umas reticências nas relações interpessoais quando a vontade era pôr alguns pontos finais!

E se eu vos disser que a culpa para a nossa falta de paciência não é só nossa, nem das nossas hormonas? É DAS PESSOAS em geral, quer estejam grávidas ou não!
Quantas vezes senti que estava a falar chinês?!
Quantas vezes senti que estava a explicar as coisas como se fosse uma simples soma de 2+2 ser igual a 4 e as pessoas insistirem comigo que era igual a 5 ou 7 ou zero?!
Quantas vezes revirei os olhos por já não ter mais hipóteses de explicar de forma simples aquilo que estava a dizer?!
Quantas vezes bufei por ter consciência que acabei de dizer "x coisa" e as pessoas voltavam-me a dizer coisas como se eu não tivesse dito "x coisa"!
Quantas vezes eu fiquei em silêncio só para evitar mais uma discussãozinha da treta que no fim se resume a ver quem tem razão?!


Bonito bonito era haver uma aplicação que dissesse que as pessoas simplesmente são parvas e estúpidas! 

Por favor não teimem com uma grávida! Já sabem que teimar com uma mulher pode levar qualquer um ao limite...quanto mais com uma grávida?! Respeitem se ela vos diz que está tudo bem! Lá por estar grávida não quer dizer que tenha de estar alguma coisa mal. Se ela não demonstra interesse em marcar qualquer coisa convosco é porque não tem mesmo interesse em estar convosco. Não adianta tentarem arranjar diferentes programas (desde um café, a uma ida às compras ou um passeio pela praia) provavelmente ela não quer a vossa companhia. Ah, e não apareçam só no último mês da gravidez à espera de serem reconhecidos como "a pessoa que mais ajudou e mais esteve presente"! Lembrem-se que nessa altura já está tudo pronto e que a única coisa que vocês vão fazer é impedir o descanso dela, vão destabilizar ainda mais o seu ritmo por isso, mantenham-se onde sempre estiveram...

(Não pensem que só escrevo em jeito de muro das lamentações, também já vos mostrei tanta coisinha boa da gravidez!)

[ Ainda bem que tiro fotos aos produtos antes de os pôr a uso, porque se as fotografias fossem tiradas hoje quase que não iam conseguir ver produto! Só o frasco! ]

Se já me acompanham há uns meses nas redes sociais (Instagram e Facebook), sabem que tenho trabalho com a Yves Saint Laurent e sabem também que fui à festa de natal pois falei-vos dela aqui. À saída fui presenteada com este perfume que tem um cheirinho maravilhoso. Além disso, tem no nome a minha cidade preferida: Mon Paris.

Estando grávida não era fácil para mim andar a experimentar perfumes nas perfumarias e este, sempre foi o perfume que punha quando chegava para trabalhar. Acho-o feminino, marcante mas ao mesmo tempo subtil e tem um ótimo poder de fixação. Ao fim de 9 ou 10 horas lá chegava a casa e ainda ouvia "cheiras tão bem". Escolher perfumes não é fácil, quando se tem uma pele que altera imenso o aroma dos perfumes (como é o caso da minha) a tarefa fica ainda mais difícil. Tenho sempre de experimentar antes de comprar para ter a certeza que a compra não sai furada. Ainda bem que com este tudo correu às mil maravilhas!



Qual o vosso perfume do momento?
 Há muito que queria escrever sobre isto! Só não sabia bem como trazer o assunto para aqui. Entretanto o convite surgiu e, com ele, a inspiração. Parece que tudo fez sentido de um momento para o outro. Parece que as palavras se conjugavam umas com as outras instantaneamente. Convido-vos a lerem tudo carregando aqui (ou sobre as fotos)!




Fotos: João Camilo
Já vos falei das coisas estranhas da gravidez, mas alguns de vocês devem ter ficado a pensar "então, mas não há nada de bom aí no meio?"
Há! Claro que há! Vou falar por mim mas penso que algumas coisas também são comuns a outras mamãs! 
Vejamos:


  • ADEUS TPM! Este é sem dúvida das melhores coisinhas da vida ehehheheh



  • O meu cabelo deixou de cair e ficou ainda mais forte.



  • Tal como o cabelo, as unhas crescem rápido e fortes.



  • Passei a tratar mais de mim, a ter mais cuidados com o meu corpo e com a minha alimentação. (claro que também houve exceções)



  • A celulite desaparece! (ups! afinal não...ela não desapareceu..fica é complicada de ver!)



  • Ouvir o coração do bebé e ver todas as ecografias seguintes provocam sensações maravilhosas, momentos emocionantes e mágicos.



  • Fiz coisas que não fazia desde criança (como por exemplo: bordar ponto cruz).



  • Aventurei-me mais nos DIY (tanto para a decoração do quarto, como para aquelas coisas que vão dar jeito quando a criança nascer).



  • Aprendi a gostar de mim.*(talvez deixe este tópico para ser explorado noutro post)



  • Aprendi a gerir as minhas emoções e os meus sentimentos. (Não fiquei perfeita, mas tenho consciência que melhorei muita coisa.)



  • Descobri que a minha barriga é um condomínio de luxo: disponibilizou à Matilde aulas de dança, karaté, pilates, yoga e até de natação.



  • Passei a entender algumas frases típicas como "Quando fores mãe vais perceber!"



  • Descobri novos medos, mas descobri que ganhei ainda mais força para os ultrapassar.



  • Fiz coisas pela Matilde que não faria por mim. 



  • Aproveitei o tempo: Houve dias em que trabalhei como se não houvesse amanhã e houve dias em que aproveitei para fazer NADA e soube tãããããooo bem.



  • Deixei de carregar sacos de compras até ao 3º andar sem elevador (a menos que estivesse sozinha).



  • As minhas papilas gustativas começaram a trabalhar como deve ser: passei a distinguir ingredientes quando antes só avaliava as comidas em duas categorias "gostei" ou "não gostei".



  • Fiquei mais positiva e focada no que realmente interessa.


  • Fiquei com uma aura mais luminosa mesmo sem maquilhagem! (pelo menos foi o que ouvi)


  • Fiquei a saber quem realmente (se) importa.


Claro que há coisas que podem ser encaradas como boas e ao mesmo tempo menos boas, por isso decidi não incluir nesta lista!
Este não é sobre artigos de decoração do quarto da Matilde, mas tenho a certeza que vai ter utilidade para quem está prestes a conhecer o mundo da maternidade ou para quem ainda está na fase de pensar nisso!

Para quem me disse que ter um filho não fica assim tão caro...Eu só posso dizer que se ouvirem isso da boca de mais alguém... claramente essa pessoa se encontra numa das seguintes posições:
1ª é mentirosa
2ª ganha mais do que vocês
3ª não teve de gastar dinheiro com nada e teve tudo dado.

Eu acho que ter um filho custa muito dinheiro! Principalmente se for o 1º filho, principalmente se não houver mais crianças na família e principalmente se vocês forem freelancers! Mas não é sobre dinheiro que eu vos venho falar hoje. Quer dizer, não é SÓ sobre dinheiro. A minha opinião é a mesma desde os tempos em que eu não pensava sequer ser mãe! É TUDO UMA QUESTÃO DE NEGÓCIO!

À medida que íamos preenchendo a checklist dos items essenciais (atenção que só estou a falar dos ESSENCIAIS e INDISPENSÁVEIS) íamos tendo pequenos AVC's cada vez que se chegava ao momento de pagar ou até antes disso mesmo se realizar. As coisas só por serem para bebés parece que têm uma taxa qualquer incluída sem dizerem nada a ninguém, quase como se fosse um "consumo mínimo obrigatório". E cada vez que se falava em saúde ou segurança da criança essa taxa era cada vez maior. Eu fartei-me de ler e ver vídeos sobre a maternidade e sobre enxovais indispensáveis e sobre produtos que não valeram o dinheiro ou não tiveram assim tanto uso.

Foi aí que cheguei a este termómetro.


Ele foi falado como uma das coisas mais usadas a todo o momento. Seja na criança para saber se ela tem febre, seja na comida para saber se está demasiado fria ou na água do banho para saber se já está no ponto.  Um termómetro que não é preciso encostar em lado nenhum e que rapidamente nos dá a conhecer a temperatura de tudo.

E agora vamos falar de dinheiro.
Todos aqueles (deste género) que encontrei em lojas físicas custavam acima dos 50€. O que nós encomendamos aqui, ficou-nos por 11.85€, com portes gratuitos, correio registado e em 2 semanas estava na nossa casa!

O Aliexpress passou a ser uma espécie de "kuantokusta" e sempre que havia algo indispensável para ser comprado íamos lá comparar os preços. Posso adiantar-vos que não foi a nossa única compra.
Querem que continue a partilhar estes achados?
 
 Eu sou assumidamente a viciada em máscara de pestanas! Não vou negar que as minhas favoritas são as que dão o maior volume possível, mas nestes últimos tempos em que tenho feito maquilhagens bem simples, uma máscara que curve bem e alongue sem sujar a pálpebra também tem sido bem vinda cá por casa!

Por isso, as máscaras da Quem disse, berenice? têm sido postas à prova! Acreditam que a minha favorita tem sido mesmo a de alongamento?

A amarelinha de volume é muito semelhante a uma da Gosh! Faz um bom trabalho e cumpre o que diz. Talvez, se a fórmula dela ficar um pouquinho mais espessa, eu passe a gostar mais. Para já ainda a acho muito fluída o que faz com que eu precise de perder um pouquinho mais de tempo a trabalhá-la com algumas camadas para chegar ao resultado a que estou habituada.

Já a verdinha de alongamento tem uma escova maravilhosa que faz com que as pestanas fiquem bem separadinhas e bem compridas! Esta é a única máscara resistente à água, por isso também não borrata nada e tem mesmo de ser retirada com desmaquilhante (de preferência com óleo). É engraçado porque quando me estou a desmaquilhar ela vai saindo em pequenas camadas, como se fossem umas lascas. Assim sabemos mesmo se saiu tudo ou não.

A roxinha do "tudo em um" deixou-me um bocadinho sem reação. Estava à espera de mais, de muito mais! Atenção: elá não é má! Eu é que estou habituada a fórmulas com grande impacto numa só aplicação e com esta não notei isso. É verdade que também estou habituada a máscaras que, provavelmente, uma só custa o que estas 3 juntas custam. Mas também já experimentei máscaras bem baratas (encontrei a minha máscara favorita a 2.99€ num site) que fazem bons resultados.



 Qual a vossa máscara preferida do momento?
No meio desta coisa toda que uma pessoa vai vivendo a que se chama gravidez, há coisas que vão acontecendo à nossa volta e que nos deixam a pensar. Pelo menos a mim deixaram. Num dos primeiros vídeos que fiz sobre o assunto disse que a minha "maior preocupação" era ter o mínimo de preocupações. Queria ser uma mãe descontraída, usufruir daquilo que é suposto ser uma benção e um dos momentos mais felizes da nossa vida.
No meio das atualizações do feed dos meus amigos, de quem vai partilhando histórias sobre ser-se mãe, já sabia que o futuro bebé (depois de nascer) ia ser o centro das atenções.
Já me estava a preparar para que me começassem a chamar "Mãe da Matilde" em vez de "Carla", já sabia que os "Olá, tudo bem?" iam passar a ser: "Então e a bebé?", já estava a contar com isso tudo mas não me estava a preocupar nada com isso! Interiorizei que faz parte e que provavelmente sempre foi assim!
Contudo, nunca pensei que as pessoas pudessem ser tão insensíveis durante o período em que a mãe está grávida. Nunca pensei que a "perda de identidade" pudesse ser tão precoce e que a criança pudesse "roubar" as atenções tão cedo.

Talvez devido ao grande atraso no meu despertador maternal, ou da minha pouca apetência e paixão por crianças ou até porque no meu círculo de amigos o tema "maternidade/paternidade" demorou a chegar eu sei que nunca fui assim: "Como está o bebé?" antes ou, pior que isso, em vez de "Como está a mãe?".
O facto de estar a escrever sobre este assunto não se deve só ao ter vivido isto, mas por perceber que é uma realidade tão frequente na vida de tantas grávidas. Ao escrever sobre isto, espero que estas coisas deixem de ser tão visíveis, no fundo isto é uma chamada de atenção se quiserem ver as coisas desta forma.

As pessoas não questionam se a mãe está bem, se a mãe precisa de alguma coisa, de algum cuidado extra ou até de mimo. (E não me venham dizer que mimo é o que as pré-mamãs mais têm porque não é!) Independentemente de ser ou não uma gravidez aparentemente normal e sem complicações, independentemente de ser ou não a primeira gravidez...percebi que cada gravidez é uma gravidez. Aquilo pelo que passamos durante estes meses, por muito normal que seja, deixa marcas... (e não estou a falar das estrias)... deixa marcas na nossa memória para sempre.

Toda a gente quer saber como correu a consulta ou a ecografia. Mas o que é que perguntam?:
 "Então e o que é que médico disse sobre o bebé?"
"Está tudo bem com ele?"
"Já sabes o sexo?"
"Quanto pesa?"
"Tem quantas semanas?"
"Nasce quando?"

Esquecem-se de perguntar:
"Então e tu como estás?"
"Tens-te sentido bem?"
"Precisas de alguma coisa que eu possa ajudar?"

Pode haver coisas que nem vocês, nem ninguém possa fazer, mas só por terem 2 ouvidos e 1 boca pode ser suficiente para uns momentos em que mamã possa falar, desabafar ou até tirar algumas dúvidas e peso de cima dos seus ombros.

Lembrem-se que o bem estar da mãe é essencial para o bem estar da criança! Pensem duas vezes antes de fazerem conversa de circunstância. Se não estão interessados então nem questionem. Mas se são próximos e se realmente querem continuar a ser... então deixem de ser insensíveis!
Eu confesso que adoro fazer máscaras de hidratação de rosto, mas raramente as faço em casa! Com a correria do dia-a-dia às vezes esqueço-me. (Ou isso, ou pela figura que se faz em frente à cara metade!)

Então, aproveito sempre que vou passar noites fora para me mimar. Além do mais é uma excelente forma de ocupar o tempo que passamos no hotel. Enquanto se enche a banheira para um banho relaxado (que em casa é só duche) dá tempo para aplicar todos os produtos de limpeza e mais alguns no rosto. Depois é só deixar atuar as máscaras de hidratação e saborear o momento!

Já vos falei aqui que recebi produtos da Artistry para testar e foi na minha última viagem do ano que aproveitei os ares algarvios para testar a máscara Hydra-V. É daquelas máscaras de tecido que vem num pacotinho embebidas em produto. Temos todos os buraquinhos necessários para conseguirmos respirar, falar e ver (se bem que alguns não são suficientemente grandes e acabam por incomodar um pouquinho) mas se pensarmos em estar quietinhas em saborear estes momentos de pura descontração até nos esquecemos disso.




Eu sou daquelas que deixa as máscaras de hidratação atuar por mais do que o tempo aconselhado! Se na embalagem diz para deixar atuar por 10 ou 15 minutos eu vou usar por 20 minutos a meia hora porque, no fim de contas, hidratação nunca é de mais, certo? E foi o que fiz. Dei uma à Dora e outra usei-a eu e no dia seguinte, quando nos encontramos para o pequeno almoço só dizíamos: "Aquela máscara é espetacular! Deixou a pele tão macia e tão luminosa!!!"
Claro que depois desta experiência tão boa já não queremos saber da preguiça nem das figuras que fazemos com isto no rosto, pois só dá vontade de fazer mais e mais! E acreditem que vale bem a pena!
Na gravidez acontecem coisas estranhas!
Ainda não sabia que estava grávida e parecia uma teenager com a cara em obras. Só costumava ter borbulhas no queixo e, a dada altura, tinha borbulhas na testa, no nariz, nas maçãs do rosto, no pescoço e até nas costas! Valeu-me o óleo de Tea tree (que se antes era cliente assídua passei a ser obececada por ele).

Enjoos matinais apenas nos primeiros 3 meses? Naaaaa! Já que é para se ter enjoos, não podem ser SÓ matinais! Eu tinha (ou devo dizer "ainda tenho") enjoos de manhã, a meio da manhã, à hora de almoço, à hora do lanche, sem ser hora de comer, tanto vale ser antes ou depois de jantar ou até antes de dormir. Podia ser só aquela sensação de enjoo que não nos apetece comer nada, que parece que o estômago está sensível e qualquer coisinha que lá caia não vai fazer bem mas... comigo tem de ser diferente. Eu enjoo com comida, sem comida, com cheiros, sem cheiros, antes ou depois de comer e, como se não bastasse, ainda tenho de vomitar. Mesmo que esteja em jejum! Descobri que não posso beber água em jejum pois até essa sai disparada sem eu ter tempo para chegar à casa de banho. Continuo a tomar Nausefe até ao último dia para me conseguir aguentar e não vomitar por tudo e por nada.

As unhas crescem como se não houvesse amanhã! Deve ser por causa dos suplementos (ácido fólico e iodo) que tomo diariamente. Elas crescem tão rápido e tão fortes que se no início ficava contente com isso, agora com esta barriga enorme já não acho que seja assim tão benéfico pois tenho de me posicionar de forma estranha para conseguir cortar as dos pés.

Também há coisas engraçadas: Sentir o bebé a mexer é das sensações mais estranhas e engraçadas ao mesmo tempo (até certa altura)! Nas primeiras vezes sentia umas cócegas, depois essa sensação foi aumentando a intensidade e a velocidade também. Cheguei a dizer que a Matilde deve ter aprendido a dança da Maria Leal porque aquelas batidinhas começavam do lado direito e só terminavam quando ela chegasse ao lado esquerdo. Também achei que tinha um trampolim lá dentro porque às vezes parecia que ela andava aos saltos e também acho que ela deve ter tido algumas aulas de yoga e pilates no seu condomínio de luxo que é a minha barriga, pois há cada esticão que acredito piamente que esteja a treinar algumas posições muito estranhas e cheias de alongamentos.Toda a gente diz que tudo isto deixa saudades por isso confesso que também já usei algumas técnicas para a provocar e fazer com que se mexesse mesmo que essa não fosse a sua vontade. Comi coisas mais doces, mais frias, puxava a corda ao Sebastião e até abanei a barriga só para ver se ela reagia. A partir do 8º mês, já há certas atividades que ela pratica lá dentro que eu confesso que já não acho tanta piada. Ninguém gosta de ter um pé enfiado numa costela durante horas a exercer pressão suficiente que até custe respirar, certo?

E dores estranhas? A partir do 6º mês de gravidez comecei a sentir dores por dentro da barriga. Há pessoas que sempre conseguiram distinguir dores de estômago das dores dos rins ou da vesícula ou doutra coisa qualquer que doesse. Eu nunca fui essa pessoa. Eu consigo dizer apenas: "dói-me aqui!" (e já não é nada mau, pois consigo apontar com os dedos com bastante precisão!) Com a gravidez comecei a perceber que até a pele pode doer. É muito estranho, mas a verdade é que para mim doer a pele é uma sensação de parece que a barriga vai rasgando de dentro para fora só que sem nunca se ver por fora. Uma dor constante, às vezes até uma sensação de ardor. Até à data nem uma estria e já vos disse aqui o que usei.

Também já sei o que é não ter posição nem para estar a escrever este post, que à partida, a única coisa que teria de fazer era sentar-me com as costas direitas. Pois acreditem que para escrever este post já estive sentada à mesa, já me levantei pois não conseguia respirar, peguei numa almofada e pus atrás das costas, levantei-me novamente, sentei-me no sofá e mesmo assim, neste momento já estou a escrevê-lo através do telemóvel deitada de lado no sofá. Provavelmente, se isto continuar assim, ou volto para a mesa ou termino-o na cama cheia de almofadas nas costas, na cabeça, na barriga e entre as pernas.

E se acham tudo isto um filme por causa dum post no blog, imaginem durante a noite em que supostamente devia dormir e descansar. Desde o 4º mês que não consigo dormir uma noite inteira seguidinha. Ao quarto mês acordava / levantava-me 1 vez para ir fazer xixi. A partir do 6º passei a acordar mais 1 ou 2 vezes também para ir fazer xixi. A partir do 7º deixei de contar. Sei que acordo para ir à casa de banho não sei quantas vezes, às vezes acordo para comer qualquer coisa porque me dá a fome. Acordo porque tenho calor e acordo para me virar dum lado para o outro e então tenho de reposicionar as almofadas todas de cada vez que me mexo!

Também aprendi a caminhar como o Humty Dumpty (mesmo que inconscientemente)! Também precisei de ajuda para me levantar do sofá ou da cama como ele. Atentem o segundo 00:33 do vídeo.
Também seguro as costas se estiver muito tempo em pé, fazendo com que a barriga vá mais para a frente. Demoro o dobro do tempo a subir as escadas do meu prédio e quase que fico sem fôlego. Deixo cair as coisas das mãos e quando me baixo para as apanhar, sinto imensa dificuldade em subir novamente para o meu metro e setenta e três centímetros. Continuo a vestir o mesmo tamanho de calças (pelo menos por enquanto) mas reduzi as hipóteses às calças de cintura descida para as conseguir apertar. As camisolas que tinha parecem crop tops por causa do meu pipo e então comprei camisolas e camisas de tamanhos gigantes, os vestidos curtos passaram a ser túnicas ou camisolas, os vestidos compridos passaram a ser midi e os casacos apenas servem para agasalhar os ombros e as mamas, pois a barriga fica completamente de fora. Com isto tudo deixei de gostar de ir às compras para mim. é horrível pensar que se veste um determinado nº e chegar à loja e ter de experimentar tudo para ter a certeza que no dia seguinte tenho roupa para vestir. Passei a evitar calçado com cordões ou então que desse para calçar e descalçar sem ter de me baixar. Passei a andar sempre com comida atrás e já só penso no dia em que não tiver de comer tostas integrais ao pequeno almoço, nem entre as refeições, nem antes de ir prá cama! Sei o que é estar exausta sem fazer nada. Se antes não dispensava o uso de base, agora não dispenso o uso do corretor (ou então dispenso tudo e nem sequer me maquilho)! Penso duas vezes antes de me enfiar num super mercado ou num Shopping: As novas regras de prioridade de atendimento são muito giras, mas continua a não haver bom senso por parte dos outros cidadãos. Todos eles devem ter recebido umas talas no natal que faz com que eles "não vejam" que estou grávida. Inclusive, fui ao continente do Norteshopping, dirigi-me a uma caixa EXCLUSIVA a grávidas e a funcionária fez questão de me dizer: "Esta caixa é exclusiva a grávidas!!!" com um tom como se não me fosse atender. A que eu tive de responder: "Eu sei, por isso é que cá estou!" e ainda tive de exibir ainda mais a barriga para o caso de ela não ser evidente mesmo estando cada vez mais próximo do 9º mês!
Podia até falar da falta de paciência para certas e determinadas coisas...mas isso vou deixar para outro(s) posts)!

Contem-me as vossas experiências mais estranhas durante a gravidez.
Por falar em coisas para a Matilde, não podiam faltar aqui por este blog os cuidados básicos a ter com ela com a sua pele! Eu que sou muito decidida com os produtos que escolho para mim, quando o assunto é pele de bebé eu não me conseguia decidir. Sempre que falava com as já mamãs sobre os produtos que usavam nos seus filhotes ouvia de tudo e mais alguma coisa, ouvia falar bem (e mal) de todas as marcas que existem no mercado, ouvia falar sobre peles atópicas, sobre irritações, sensibilidades e eu cada vez ficava mais confusa!

Também me disseram para aceitar as amostras que dão nos centros de saúde e na maternidade ou até para pedir nas farmácias, mas eu deixava-me estar quieta no meu canto e sossegadita. Até que a minha amiga Vera (já vos falei dela várias vezes aqui) decidiu presentear a Matilde com os produtos da Bioderma. Problema resolvido. Bioderma era uma marca que, como vocês sabem, já usava em mim por isso tem a minha total confiança.

O presente era enorme! Vinha em conjunto com um saco que me parece ser bastante prático pelas divisões que tem tanto por dentro como por fora e que vocês podem encontrar à venda em farmácias, parafarmácias e online (aqui).

Eu ainda nem sequer sei mudar uma fralda e poucas vezes dei colo a bebés, mas já consegui perceber para que serve cada produto!  \o/ \o/ \o/ \o/ yeaaaahhhhh \o/ \o/ \o/ \o/ 

Assim muito por alto, a solução micelar de limpeza serve para limpar o rosto da criança e algumas partes mais "resguardadas" do corpo.

Gel Moussant no fundo é um gel de banho formulado para a pele e cabelo do bebé. Não faz arder os olhos e amacia os cabelos.

Depois temos o Leite Hidratante que (pode ser utilizado no rosto e no corpo) hidrata, protege e suaviza até as peles mais sensíveis.
Para o rosto do bebé a Bioderma oferece-nos neste kit o Cold Cream que para além de hidratar tem como principal função proteger a pele seca a muito seca das agressões externas como o frio, vento, água calcária, calor...
Claro que tinha de haver o creme para a muda da fralda e das assaduras: Change intensif. Uma pasta de água rica em óxido de zinco fácil de espalhar, sem perfume e não gordurosa. Suponho que este seja o melhor amigo dos nossos bebés e das mães.


Quando os puser a uso deixo-vos o meu feedback. Para já o que posso fazer é pedir-vos o vosso! Já usaram estes produtos?O que acharam?
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