JORD - Wood watch

JORD - Wood watch

Podemos nós apaixonarmo-nos por objectos?
Se há vários tipos de amor também pode haver vários tipos de paixão, certo?
Há a paixão por maquilhagem, roupa, sapatos, chapéus, ténis, anéis e, entre muitas outras que as mulheres facilmente confessam, relógios!
Eu disse mulheres...mas podia ter dito homens! Afinal de contas todos nós nos podemos apaixonar...até pelos mais pequenos pormenores!
Podem estar na forma como os recebemos, na embalagem, na almofada ou até gravada na parte de trás do mostrador e se eu não mostrar...ninguém sabe!
Além disso, tem um fecho super discreto com Jord gravado na união das duas partes! O fecho de metal é quase impercetível!
Como já não usava relógio há muitos anos, ainda caso na tentação de ir ver as horas ao telemóvel!
Por isso escolhi este modelo, feminino, simples com uma cor discreta e que não seja demasiado sofisticado e feminino nem daqueles relógios que só se usam no desporto! Acima de tudo procurei um relógio que não me impedisse de o usar em qualquer ocasião seja ela mais formal e elegante ou mais casual e descontraída!
Se para mim foi fácil escolher...para o meu namorado a escolha já não foi assim tão simples! Ele adora relógios! Tem vários desde os mais requintados relógios de bolso como se usava no tempo dos nossos antepassados, aos mis tecnológicos, passando pela vertente desportiva e casual...
Neste caso, o fecho de metal é bem visível mas mantém a elegância e sofisticação! Por dentro tem a mesma gravação que o meu e que só sabe quem tem um ou quem vê estas fotos e lê o que escrevo!

A Jord tem uma variedade imensa de relógios em madeira que conjugam design, elegância, sustentabilidade e acabamentos feitos à mão!
Estes atravessaram o Atlântico, passaram umas férias na alfândega e vieram morar para os nossos pulsos! Nós contamos as horas ansiosamente para lhes pôr a vista em cima, mas foram eles que marcaram cada segundo, cada minuto, cada hora até chegarem até nós!
Se estes relógios falassem contavam uma bela história de aventura com certeza! Afinal o tempo que vai passando serve para isso mesmo: para termos histórias para contar, não é verdade?
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